[R-P] Una única trinchera...
Marcelo Felipe Gil
mfelipegil en yahoo.es
Vie Mar 21 12:54:10 MDT 2008
En los últimos días se ha visto reverdecer
mediáticamente la vieja alianza
oligárquico-imperialista.
"Casualmente" hechos internos y externos vienen a
coincidir en una ofensiva contra el actual gobierno
reelecto.
Tanto la política exterior -Cristina en Venezuela en
pleno quilombo con Uribe-, como su intento
distributivo "de hecho" -retenciones al agro- han
ayudado a coordinar a los muchachos...
Digamos que este gobierno continúa soslayando acometer
algunos problemas estructurales... pero no es por
ellos que Condoleezza Rice intenta "desairarnos", o
que los garcas instrumentan a los perejiles del campo
para generar inestabilidad social.
Pareciera ser que, en realidad, lo que más preocupa no
es que "les retengan" sino lo que vayan a hacer los K
con esos recursos...
A los medios nacionales que representan los intereses
oligárquicos se viene a sumar el Financial Times que
no duda en que trinchera situarse.
A continuación dos versiones (Una traducción al
portugués y el original en inglés) de artículo del FT,
vocero del stablishment internacional (la Trilateral
Commission, los Bilderberg, los Illuminati, los
Hombres de Negro y el fumador de Expedientes X...)
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20/03/2008
**Cristina Kirchner completa cem dias acidentados de
governo**
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/fintimes/2008/03/20/ult579u2410.jhtm
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
Autor Original: Jude Webber
Em Buenos Aires
A vida não tem sido um mar de rosas para a presidente
da Argentina, Cristina Kirchner, em seus primeiros cem
dias no cargo. Ela completou esse marco esta semana,
entre protestos de agricultores contra o aumento de
impostos sobre as lucrativas exportações de cereais
que alimentam o boom econômico da Argentina e uma
polêmica crescente sobre a suposta interferência do
governo nos dados oficiais de inflação, o que tira a
credibilidade do órgão nacional de estatísticas,
Indec.
Suas promessas de uma política externa com um novo
estilo e um pacto social para acalmar as
reivindicações salariais e aumentar a produtividade
não se materializaram. Ela enfrentou escassez de
energia e de combustível e foi esnobada na semana
passada quando a secretária de Estado americana,
Condoleezza Rice, não incluiu a Argentina em sua turnê
pela região. Além disso, os planos de renegociar a
dívida de US$ 6,3 bilhões com o Clube de Paris de
credores ocidentais -para melhorar a imagem do país e
ajudar a liberar investimentos seis anos depois da
maior moratória de dívida externa da história- hoje
parecem inclinados a se arrastar.
Mas apesar de seus índices nas pesquisas terem caído
ligeiramente em março a ex-senadora goza de alto apoio
três meses depois de conquistar a presidência em uma
avalanche eleitoral alimentada pela promessa de manter
o forte crescimento produzido pelo governo anterior,
de seu marido, Néstor Kirchner.
Três novas pesquisas de opinião situam seus índices de
aprovação entre 47% e 65%, provando que apesar da alta
inflação -estimada por economistas independentes em
cerca de 20%, apesar do índice oficial divulgado de
8,5% em 2007- o boom econômico está dando à maioria
das pessoas dinheiro, crédito e empregos suficientes
para mantê-las felizes por enquanto. "As pessoas a
vêem como uma continuação de Néstor Kirchner, e ele
ainda é o político mais popular do país", disse o
pesquisador Ricardo Rouvier, que realizou enquetes
para o governo.
Uma pesquisa de mercado do Banco Central vê um
crescimento de 7,3% em 2008, comparado com 8,7% em
2007, e Fernández diz que a economia expandiu 10,1% em
janeiro, em relação a um ano antes. "A percepção é de
que Kirchner está puxando muitos cordões", disse o
economista Miguel Kiguel.
Mas o analista político Carlos Germano disse que o
governo precisa acordar para o fato de que a Argentina
hoje enfrenta novos desafios, e a receita pós-crise
aplicada por Kirchner não vai funcionar para sempre.
Apesar do crescimento benéfico, a confiança do
consumidor caiu ao seu menor nível em cinco anos em
março, segundo um estudo da Universidade Torcuato di
Tella.
Cristina Kirchner prometeu reformas institucionais mas
depois cobrou novos impostos das mineradoras, que
segundo os mineiros vão contra uma lei de estabilidade
fiscal existente. Apesar de terem esperado que ela
esfriasse as relações com o presidente da Venezuela,
Hugo Chávez, a escassez de energia a obrigou a
depender mais do país, que também é um grande
comprador de títulos argentinos.
Enquanto isso, a Argentina continua isolada dos
mercados de capitais internacionais pela ameaça de
ação jurídica dos detentores de mais de US$ 20 bilhões
em dívida argentina não paga.
Cristina reforçou a contabilidade fiscal do país e o
Banco Central tem um recorde de US$ 50,4 bilhões em
reservas, mas o ministro da Economia, Martín Lousteau,
reconhece que a Argentina não é imune à fragilidade
financeira global. E mesmo sem dúvidas sobre os dados
de inflação e sem preocupações institucionais ela já
enfrenta uma forte concorrência por investimento
estrangeiro de seus pares regionais. "O Brasil recebe
em um mês o que a Argentina recebe em um ano", disse
Germano. "A presidente está seguindo um modelo
econômico que ainda dá certo por enquanto, mas vai
enfrentar problemas a menos que faça aperfeiçoamentos
institucionais, como resolver o Clube de Paris, os
'holdouts' de títulos e o [instituto de estatísticas]
Indec", ele acrescentou.
Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
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FINANCIAL TIMES
**Rocky 100 days for Argentina’s Fernandez**
http://www.ft.com/cms/s/0/ba53cea2-f5de-11dc-8d3d-000077b07658.html
By Jude Webber in Buenos Aires
Published: March 19 2008 22:13 | Last updated: March
19 2008 22:13
Life has hardly been a bed of roses for Argentina’s
President Cristina Fernández in her first 100 days in
office.
She marked the milestone this week amid protests from
farmers over a rise in tariffs on the lucrative grain
exports that are fuelling Argentina’s economic boom,
and with a deepening debacle over alleged government
interference in official inflation data stripping the
national statistics office Indec of credibility.
Her promises of a new-style foreign policy and a
social pact to temper wage demands and boost
productivity have failed to materialise. She has
grappled with energy and fuel shortages and she was
snubbed last week when Condoleezza Rice, US secretary
of state, left Argentina off a regional tour.
Furthermore, plans to renegotiate a $6.3bn debt to the
Paris Club of western creditors to improve Argentina’s
image and help unlock investments six years after the
biggest sovereign debt default in history now look
likely to drag on.
But though her poll ratings have fallen slightly in
March, the former senator enjoys high support three
months after sweeping into office after an election
landslide fuelled by the promise of continuing the
strong growth delivered by Néstor Kirchner, her
husband and predecessor.
Three new opinion polls put her approval ratings at
between 47 per cent and 65 per cent, proving that
despite high inflation – estimated by independent
economists at about 20 per cent despite the officially
reported 8.5 per cent for 2007 – the economic boom is
giving most people enough cash, credit and jobs to
keep them happy for now. “People see her as a
continuation of Néstor Kirchner and he’s still the
most popular politician in the country,” said pollster
Ricardo Rouvier, who has conducted surveys for the
government.
A central bank market survey sees 2008 growth of 7.3
per cent, compared with 8.7 per cent in 2007, and Ms
Fernández says the economy expanded 10.1 per cent
year-on-year in January. “The perception is very much
that Néstor Kirchner is pulling many of the strings,”
said economist Miguel Kiguel.
But Carlos Germano, a political analyst, said the
government had to wake up to the fact Argentina faces
new challenges and the post-crisis recipe applied by
Mr Kirchner would not work forever. Despite feel-good
growth, consumer confidence fell to a five-year low in
March, according to a study by the Torcuato di Tella
University.
Ms Fernández promised institutional reforms but then
charged mining companies new taxes that miners said
ran counter to an existing tax stability law. Though
she had been expected to cool ties with Hugo Chávez,
Venezuela’s president, energy shortages have forced
her to lean more heavily on the country, which is also
a big purchaser of Argentine bonds.
Meanwhile, Argentina remains shut out from
international capital markets by the threat of legal
action from the holders of more than $20bn in
defaulted Argentine debt.
Ms Fernández has bolstered Argentina’s fiscal accounts
and the central bank has a record $50.4bn in reserves,
but Martín Lousteau, economy minister, acknowledges
that the country is not immune to global financial
fragility. And even without dubious inflation data and
institutional concerns, it already faces strong
competition for foreign investment from regional
peers. “Brazil gets in one month what Argentina gets
in a year,” said Mr Germano. “The president is
following an economic model which is still successful
for now but she’s going to get into trouble unless she
makes institutional improvements, like resolving the
Paris Club, the bond holdouts and (statistics
institute) Indec,” he added.
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